sexta-feira, junho 30, 2006

Estranha forma de apostar na Educação!

3 Comments:

Anonymous J.F. said...

Num país em que a redução continuada da natalidade se traduz na redução de contribuintes

Este poderá constituir-se como um, dos muitos, exemplos da falta de articulação entre as diferentes equipas de trabalho, da falta de equipas diversificadas e acima de tudo, se vier a ser implementada, da falta de políticas de longo prazo e da consequente definição de objectivos estratégicos... A evolução do rácio idosos/jovens traduziu-se no excessivo e problemático envelhecimento demográfico (há ANOS que isto se aprende nas escolas):

domingo, julho 02, 2006  
Anonymous J.F. said...

Conclusão: ... :penalizando a assistência a filhos menores, a maternidade/paternidade, reduzindo os investimentos com a educação, aumentando os custos das famílias com a educação e saúde, encarecendo o nível de vida sem o aumento sustentável dos salários, conduzindo ao desaparecimento acelerado da "classe média" que associado ao aumento do desemprego/ instabilidade laboral/familiar , à dificuldade dos mais jovens em ingressar no mercado de trabalho e à ausência de medidas efectivas e eficazes de combate à corrupção e de bloqueio aos inúmeros/vastos e, incompreensivelmente, pouco debatidos privilégios sub-mundistas, preparemo-nos para trabalhar até aos 100 anos... (pelo menos...!)

domingo, julho 02, 2006  
Anonymous Anónimo said...

A Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) insurgiu-se hoje contra a possibilidade de o Governo acabar com os benefícios fiscais no domínio da educação e da terceira idade.

O fim da dedução no IRS das despesas com Educação é uma das propostas do grupo de trabalho encarregue pelo Governo de estudar a simplificação das leis fiscais.

O grupo de especialistas em fiscalidade sugeriu igualmente o fim das deduções à colecta das despesas com lares, prémios de seguros, energias renováveis e todos os benefícios fiscais que não sirvam para estimular poupanças para a reforma.

Em comunicado, a CNAF manifesta a sua preocupação quanto "à excessiva onerosidade, agora ainda mais agravada, das condições de vida de grande parte das famílias portuguesas, com especial ênfase nas áreas em que o Estado tem responsabilidades sociais acrescidas".

A confederação, presidida por Teresa Costa Macedo, considera prejudicial a intenção do Governo de pôr fim aos benefícios fiscais no domínio da educação, num país como Portugal, onde se verifica um baixo índice de escolaridade.

"Se o problema que se pretende resolver é, acreditamos, o défice orçamental, então o Estado deverá, em primeiro lugar, zelar pelas suas instituições de ensino, eliminando as situações de despesismo", refere a confederação.

A CNAF contesta também a intenção governamental de pôr fim aos benefícios fiscais atribuídos às famílias no domínio da terceira idade e afirma haver um tratamento penalizador relativamente aos idosos acolhidos em família por comparação com os que são acolhidos em lares.

Segundo a confederação, muitos dos lares (públicos ou privados) representam uma acentuada despesa pública.

"Um número considerável de camas existentes nos hospitais públicos estão ocupadas por idosos abandonados que não estão sujeitos a qualquer tratamento hospitalar, gastando o Estado um valor diário superior ao praticado em vários hotéis de cinco estrelas de Lisboa", refere a CNAF.

Na opinião da confederação, o Estado tem uma acrescida obrigação de aumentar as suas exigências, em nome do interesse público, quanto à gestão e práticas de todas as organizações, de modo a poder acautelar os interesses das famílias.

terça-feira, julho 04, 2006  

Enviar um comentário

<< Home